domingo, 1 de novembro de 2009

José Aldo em busca do cinturão do WEC

Daqui a 19 dias um dos melhores pesos-leves do Brasil brigará pelo cinturão do WEC (World Extreme Cagefighting).

O especialista em jiu-jitsu José Aldo, 23, encarará o temido americano Mike Brown, atual campeão até 66 quilos.

Duelo de titãs. Aldo está na melhor fase da vida dele, assim como Brown.

O brasileiro luta desde 2008 pelo WEC. Lá, bateu cinco adversários, todos por nocaute. Desde 2004, venceu 15 combates e sofreu apenas uma derrota há mais de quatro anos.

Brown, um ano mais velho que Aldo, venceu até hoje 22 combates e perdeu quatro. É um ótimo wrestler (versado em quedas) e tem um boxe apurado.

A última derrota do americano foi em 2005. Vem de uma sequência de dez vitórias, a última delas diante de Urijah Faber, atleta considerado quase imbatível até esbarrar em Brown.

Aldo conversou com o blog Mano a Mano a propósito do duelo contra Brown. Segundo o faixa-preta, essa será a luta mais dura da vida dele. Entretanto, o atleta da equipe Nova União garante que entrará no combate com sede de nocaute.

O WEC é a organização de MMA (antigo Vale Tudo) de maior prestígio quando o assunto são os pesos-leves. O evento promove combates em apenas quatro categorias de peso que variam entre 57 e 70 quilos.

Os donos do UFC (maior evento do planeta) são donos do WEC. O UFC não promove lutas abaixo de 70 quilos. Apenas o WEC.

Seguem as principais frases colhidas do bate-papo com José Aldo:

José Aldo:

“Espero primeiramente fazer uma luta boa. Quero impor meu jogo, impor aquilo que eu to treinando. Com certeza eu espero um nocaute.”

“O Brown tem um wrestling muito forte. Todos meus adversários até hoje foram perigosos. Mas esse, até por ser o campeão, acho que é o mais perigoso que puseram na minha frente.”

“Acho que o Brown vai tentar o ground and pound (bater por cima) e tentar trocar (socos) também. Inicialmente ele deve querer dar uma trocada para sentir a luta. Depois ele vai querer me botar pra baixo. To bem em qualquer área.”

“To treinado para lutar cinco rounds. Mas quero o nocaute. Se me tornar campeão do WEC, quem sabe um dia eu mudo para o UFC.”

Saiba mais sobre José Aldo

Confira o card completo do “WEC 44″:

CARD PRINCIPAL

Mike Brown vs. Jose Aldo (Pelo título dos plumas)
Manny Gamburyan vs. Leonard Garcia
Karen Darabedyan vs. Rob McCullough
Danny Castillo vs. Shane Roller

CARD PRELIMINAR

Alex Karalexis vs. Kamal Shalorus
L.C. Davis vs. Diego Nunes
John Franchi vs. Cub Swanson
Antonio Banuelos vs. Kenji Osawa
James Krause vs. Ricardo Lamas
Seth Dikun vs. Frank Gomez

Cigano em busca do nocaute contra Napão

Por Guilherme Cruz

Foto Josh Hedges

Nova sensação dos pesados no UFC, Junior Cigano terá mais um duro desafio pela frente. Depois de nocautear Fabrício Werdum e atropelar Mirko Cro Cop, o peso pesado enfrentará o compatriota Gabriel Napão no UFC 108, no dia 2 de janeiro, e vai manter a estratégia das lutas anteriores. “Devo ter calma em toda luta e sempre buscar o meu melhor, então eu sempre procuro o nocaute”, disse, pronto para qualquer tipo de luta. Confira abaixo um rápido bate-papo com o casca-grossa, comentando o que espera o confronto com Napão.

Como está a expectativa para sua próxima luta?

Está a melhor possível... O Napão é um cara bastante perigoso, muito completo, mas a minha preparação já começou.

Enfrentar brasileiros no UFC já não é novidade para você, né?

Pois é... Se pudesse, eu não enfrentaria brasileiros lá fora, preferimos gringos, mas como hoje em dia os brasileiros estão despontando, aparecendo bastante, tendo bons resultados, o UFC está botando bastante brasileiro para enfrentar brasileiro. Essa minha próxima luta vai ser assim também, mas, como não tem jeito, ele é da equipe dele e eu da minha, a gente nunca treinou junto nem nada, vamos lá...

Você sempre buscou o nocaute nas suas lutas... Esse é o seu foco agora?

Meu professor Dórea me ensinou que eu devo ter calma em toda luta e sempre buscar o meu melhor, então eu sempre procuro o nocaute. A gente não sabe como essa luta vai se desenrolar, então temos que treinar bastante em todas as áreas para estar preparado onde a luta se desenvolver. A gente está fazendo esse trabalho para manter o ritmo de competição e estar pronto.

O Napão é do Jiu-Jitsu, mas tem lutado mais em pé nas suas últimas lutas. Você acha que ele vai trocar com você?

Eu acredito que o Napão, se rolar uma trocação, não vai fugir da luta, mas acho que a principal intenção dele é me derrubar, onde acredito que ele tenha sua arma principal. Ele troca muito bem, mas ele vai querer jogar mais na segurança e botar a luta pra baixo. Espero que, com os bons treinamentos de Wrestling que fiz nos Estados Unidos, esteja preparado para poder desenvolver um bom Jiu-Jitsu.

Demian afia o Boxe com Nogueiras e Cigano

Foto divulgação

Depois da derrota para Nate Marquardt no UFC 102, Demian Maia resolveu mudar um pouco seu treinamento para o próximo desafio, contra Dan Miller no UFC 109. Logo após o revés, o paulista, que tem seis vitórias e apenas uma derrota no UFC, ligou para Minotauro contando que estava planejando treinar Boxe em Cuba e pedindo dicas ao amigo.

“Que Cuba que nada, vem aqui pra minha casa em Salvador treinar comigo, com Dórea, Rogério e Cigano”, decretou o peso pesado. Diante do convite do amigo, Demian não hesitou. “Está sendo uma experiência excelente, pretendo voltar pra cá algumas vezes antes da luta”, garantiu.

Ajudando nos treinos, Luis Dórea comentou a preparação do peso médio com os irmãos Nogueira e Junior Cigano em Salvador. “A gente está fazendo um trabalho legal aqui há duas semanas. Ele não descansa nem domingo, vocês vão ver a evolução dele”, afirmou o treinador de Boxe. “Ele assimila muito bem a técnica, tem uma boa linha. Estamos fazendo um trabalho que o favoreça a entrar no raio de ação, atacando e saindo bem. O importante é a transição da trocação para ir para o chão, onde ele é um especialista, é acima do normal”.

Fedor e os futuros desafios no Strikeforce/M-1 Global

fedor-control

Michael David Smith, do MMAFanHouse.com, selecionou perguntas endereçadas a Fedor Emelianenko – elaboradas pelos leitores de seu blog -, maior peso pesado da história do valetudo que enfrentará Brett Rogers no próximo dia 7 de novembro em evento que será promovido pela parceria Strikeforce/M-1 Global e que marca a estreia do russo no octógono.

Fedor diz que mantém o mesmo treinamento para sua primeira luta no octógono e ressalta que apenas alguns ajustes foram realizados. Sua rotina de treino é divida ao longo da semana em sessões de wrestling, trocação e demais aspectos do combate.

O Último Imperador, como é conhecido, comentou como superou adversários do nível de Rodrigo Minotauro e Mark Coleman – atletas famosos por suas habilidades no chão; o brasileiro por sua capacidade de finalizar oponentes e o americano pelo ground and pound – além de Andrei Arlovski e Mirko Cro Cop, exímios strikers.

“Quando se conhece o ponto forte do adversário, você dá ênfase nisso quando se prepara para a próxima luta. Minhas habilidades no chão eram boas antes da luta contra o Minotauro porque tenho experiência de sambo e judô. Para a luta contra o Cro Cop, nós fomos para a Holanda onde treinamos a parte em pé com os melhores strikers” explicou.

Os melhores lutadores da categoria de Fedor lutam atualmente no UFC mas nem por isso o lutador deixará de fazer bons combates. Emelianenko citou os principais oponentes para o futuro após Rogers.

“No momento estou contente com o que o M-1 e o Strikeforce tem para oferecer. Meu contrato é de três lutas, então veremos após isso. Pego uma luta por vez. Há alguns lutadores importantes e tenha em mente que um ano é um longo período em que novo adversário pode surgir. Agora tem Brett Rogers, Fabricio Werdum, e claro, Alistair Overeem e o campeão Antonio Silva, que lutará com o Werdum no mesmo evento que lutarei no dia 7. Tambêm tem os agentes livres Josh Barnett e Andrei Arlovski. Existem desafios suficientes para mim lá”

http://www.brasilcombate.com.br/fedor-e-os-futuros-desafios-no-strikeforcem-1-global

Thiago “Pitbull” Alves fora do UFC 107

THIAGO ALVES BC

De acordo com o site FiveOuncesOfPain.com, Thiago Alves foi forçado a retirar-se do card do UFC 107 por motivo de contusão. Esse foi o segundo golpe sofrido pela organização para o evento de final de ano, que tinha como atração principal o confronto entre os treinadores da decima temporada do The Ultimate Fighter, Rashad Evans e Quinton Jackson.

Thiago Pitbull atuou pela última vez no UFC 100 contra o campeão da categoria dos pesos meio-médios, Georges Saint Pierre, que derrotou o brasileiro por decisão unânime em combate amplamente dominado pelo canadense que tambêm contudiu-se durante aquela luta e ainda não tem data certa de retorno ao octógono.

A mesma fonte informa que o Ultimate já trabalha para encontrar um substituto para Alves, que enfrentaria Jon Fitch em disputa que provavelmente daria ao vencedor o status de próximo desafiante ao cinturão da categoria .

http://www.brasilcombate.com.br/thiago-pitbull-alves-fora-do-ufc-107
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