terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
UFC 109 - 07/02/10
Nate Marquardt vs Chael Sonnen
Ronnys Torres vs Melvin Guillard
Mac Danzig vs Justin Buchholz
Mike Swick vs Paulo Thiago
Brian Stann vs Phil Davis
Demian Maia vs Dan Miller
Matt Serra vs Frank Trigg
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Rolles sem pressão para estreia no UFC
Foto Marcelo Alonso
Faltando poucos dias para sua estreia no UFC, Rolles Gracie teve uma ingrata surpresa. Seu adversário, Mostapha Al Turk, teve problemas com o visto e não poderia embarcar para os Estados Unidos. Foi então que a organização convocou o também estreante Joey Beltran, que vai fazer de tudo para estragar a festa do Gracie. Porém, Rolles se diz pronto para brilhar no maior evento do mundo.
"Quando você está lutando a este nível, você não tem o luxo de subestimar ninguém. Estou treinando muito, por horas, e será uma luta dura. Se eu cometer um erro, ele vai me castigar e se aproveitar disso, por isso eu estou me preparando para uma guerra", garante o peso pesado, acreditando ser o melhor momento para lutar no UFC. “Eu sinto que meu corpo está mais forte do que nunca, me sinto mais maduro do que nunca, e senti que se eu chegasse aqui cedo demais, eu poderia ser queimado e não daria continuidade a minha carreira no MMA”.
Quando se tem o sobrenome Gracie a pressão pode ser ainda maior, mas Rolles esbanja tranquilidade. “Eu tinha tudo configurado para seguir este caminho, mas eu nunca senti pressão para fazer isso. Minha mãe sempre apoiou a minha formação, mas ela sempre me disse que eu deveria ir para a faculdade, conseguir um diploma, coisas assim. Eu não a ouvi. Quando eu tinha uns dois anos de faculdade, decidi seguir com minha carreira nas artes marciais", explica.
Tateme
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Joey Beltran substitui Mustapha Al-Turk contra Rolles Gracie no UFC 109
Ao que tudo indica Joey Beltran será o adversário de Rolles Gracie e não Jon Madsen como avia sido especulado por alguns sites de MMA, a luta acontecera nesse fim de semana no UFC 109, em Las Vegas, Nevada, Beltran luta no lugar que seria de Mustapha Al-Turk que não obteve o visto de entrada nos Estados Unidos e foi forçado a se retirar a luta.
A notícia foi revelada pelo agente de Beltran, Triumph United e mais tarde confirmado por varias fontes confiáveis.
Beltran vem da maior vitória de sua carreira há apenas duas semanas, quando ele nocauteou de forma sensacional o ex-lutador do UFC, Houston Alexander. Beltran tem um cartel de 10-3 em sua carreira no MMA, sendo que nove dessas vitórias foram por nocaute.
A grande questão é: será que ele tem habilidade suficiente para impedir as investidas no solo do mais novo Gracie do UFC, Rolles Gracie venceu as suas 3 lutas no MMA por finalização. Em contra partida Rolles Gracie vinha treinando para um grappler e agora vai encarar um striker com um jogo desconhecido até o momento, será que ele pode evitar alguma surpresa?
http://valetudo.ws/blog/
sábado, 30 de janeiro de 2010
Clássico do UFC será travado com 12 anos de atraso
Doze anos atrás os fãs já clamavam por um duelo entre os americanos versados em wrestling Mark Coleman e Randy Couture.
Naquela época Coleman estava perdendo o status de atleta imbatível e Couture ganhava o apelido de Capitão América ao dominar a divisão dos pesados.
Entretanto, esse embate ficou só na imaginação do público vidrado em lutas. Em 1999 Coleman deu adeus ao UFC e se firmou como atleta do Pride até 2006.
Em 2009, Coleman voltou ao UFC e acabou derrotado pelo curitibano Mauício Shogun Rua em um duelo parelho.
Seis meses depois o inventor do chamado ground and pound (ato de controlar o rival no solo enquanto desfere marretadas) derrotou Stephan Bonnar e ganhou uma sobrevida no UFC.
Se bater Randy na 109ª edição do maior evento de MMA do planeta, Coleman estará próximo da disputa de cinturão dos meio-pesados, nas mãos hoje do paraense de coração Lyoto Machida.
Couture vem de vitória polêmica diante do americano descendente de filipinos Brandon Vera e de derrota para o baiano Rodrigo Minotauro pela divisão dos pesados. Se vencer o duelo principal do UFC 109 também estará perto da briga pelo título.
O cartel de Randy é de 17 vitórias e dez derrotas contra 17v e 9d de Coleman.
Participei ontem à noite de uma teleconferência com Randy e Coleman a propósito do próximo UFC. Durante uma hora eles foram sabatinados por jornalista americanos e alguns gringos. Segue o que disseram de mais relevante:
Randy Couture:
- Coleman deu muito trabalho para o Maurício Shogun e venceu bem o Stephan Bonnar. Não me surpreendi. Ele tem armas pra lutar bem e mostrou isso.
- Uma das grandes mudanças no meu treino nos últimos meses foi que agora passei a me concentrar de novo no meu jogo de chão, de wrestling. Vinha me dedicando menos ao wrestling nos últimos tempos. Estou trazendo de volta a parte da técnica que deixei esquecida.
- Sempre estou interessado em encarar alguém do wrestling. Alguém que tenha o mesmo tipo de técnicas, o mesmo jogo. Coleman sempre soube usar muito bem o wrestling para vencer as lutas. Será interessante enfrentá-lo. Será um grande duelo.
- Adoraria lutar contra qualquer um desses caras (Lyoto Machida ou Maurício Shogun). Tenho que aproveitar as oportunidades e seria ótimo lutar pelo cinturão Mas não estou pensando no que virá depois do Coleman. Estou focado nessa luta.
- Coleman nos enfrentamos na final de um torneio de wrestling há muito anos. Acabou que a luta foi nas regras do freestlye (valendo agarrar as pernas para quedar) e ele venceu a luta. Foi um grande duelo.
- Lutar não é sempre uma questão de vencer. Na luta conta o Rodrigo Minotauro Nogueira eu perdi, mas muita gente achou que eu me apresentei bem. Apesar da derrota eu fiquei feliz com minha atuação. Isso muitas vezes vale mais do que vencer.
- Era para essa luta (contra o Coleman) ter ocorrido doze anos atrás. Mas não é algo que tenha ficado na minha mente. Nem na do Coleman. Muita gente sempre perguntou quando esse combate ia sair. Agora que estamos ambos no UFC, temos a chance de fazer essa luta.
- Perdendo ou ganhando eu e o Coleman ainda temos muito o que fazer no MMA. Sempre que lutarmos as pessoas nos julgarão pela idade e dirão que pode ser a luta de aposentadoria. Não me foco em coisas negativas e só penso em fazer uma grande luta. Tenho certeza que o Coleman pensa o mesmo. Daqui a alguns dias veremos uma grande luta e é nisso que eu me foco.
- Definitivamente tenho sempre estudado minhas lutas e tentado melhorar a cada combate. Cometi alguns erros na luta contra o Minotauro Nogueira. Não podia ficar de costas no chão duas vezes na luta se quisesse ganhar os rounds. Sempre avalio meu desempenho junto com minha equipe. Todos são sempre honestos comigo e tento corrigir o que for preciso.
Mark Coleman:
- Já fiz grandes lutas, mas nada comparado a isso. Essa luta contra o Randy é a maior de todas e aprecio que ele tenha me dado essa oportunidade.
- Eu mereço ser o azarão na luta contra o Randy por conta das minhas últimas apresentações. Não me dediquei 100% aos treinamentos devido a problemas pessoais, mas agora estive treinando em Ohio com grande técnicos e grandes assistentes. Se pudesse escolher um campo de treinamento seria exatamente esse. Entrarei muito bem na luta contra o Randy.
- Estou feliz e honrado por fazer a luta principal do próximo UFC. Fiquei devastado por não ter lutado contra o Tito Ortiz. Senti que perdi uma grande oportunidade. Achava que ia ficar um tempo sem encarar um grande nome. Quando recebi a ligação do UFC falando que lutaria contra o Randy fiquei surpreso. Senti-me um sortudo em poder enfrentá-lo. Ele é um dos maiores nomes da história do esporte. Foi um grande presente pra mim.
- Não hesitei em enfrentar o Randy. Nunca hesitei. Especialmente nesse estágio da minha carreira. Queria uma grande luta. Lutar contra o Randy é algo de grande significado. Sei o que isso pode representar na minha carreira.
- Eu treinei muita gente no passado. Talvez até demais. Isso me tirou o foco. Não me foquei tanto na minha carreira. Acho que só vou considerar ser técnico de novo quando acabar de lutar. Preciso me focar em uma coisa só para me sair bem. Não sou como o Randy que faz filmes, livros, treina e ainda consegue permanecer no topo do jogo dele.
- Lembro da luta de wrestling contra o Randy. Foi muito parelha. Ele me acertou uma cabeçada naquela luta e eu tive que tomar dois pontos. Talvez eu devolva a cabeçada no UFC 109 (risos)
- Nunca escolhi meus oponentes. Mas nos últimos 10 anos sempre me perguntaram quando eu lutaria contra o Randy. Isso não preocupava muito, mas passava pela minha cabeça. Quando tivesse a chance de lutar com ele, aproveitaria. E é isso que to fazendo.
- Essa não será minha última luta mesmo que eu perca. Se eu ouvisse os críticos teria me aposentado há dez anos. Não deixarei ninguém determinar a minha hora de se aposentar. Essa luta não será a minha última e nem a última do Randy. Ainda sinto que posso competir com os atletas mais novos.
- Não sei quem será o juiz na luta contra o Randy. Reclamei da atuação do juiz na minha luta contra o Maurício Shogun. Mas isso faz tempo. Fiquei desapontado com a atuação do juiz naquela luta, mas isso já é coisa do passado. Ele precisa proteger os atletas e eu entendo o lado dele. Mas às vezes não controlo minhas emoções e reajo de um jeito negativo.
http://gustavonoblat.blog.terra.com.br/
[Fotos] Rolles Gracie Treinando para o UFC 109
O nome "Gracie" estará fazendo um grande retorno ao esporte que eles ajudaram a construir.
Renzo Gracie estará lutando no UFC 112 em Abu Dhabi.
PVT
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Mark Coleman – Os maiores sucessos de The Hammer
Divulgação: UFC.com.br - Por Thomas Gerbasi
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Um dos lutadores mais influentes na história do MMA, Mark Coleman é visto por muitos como “The Godfather of Ground and Pound”. Mas o destaque do estado de Ohio não pretende abandonar seus golpes ainda, e depois de uma vitória dominante sobre Stephan Bonnar no UFC 100, ele está pronto para o próximo passo na sua carreira, que acontecerá no dia 6 de fevereiro, num embate com o companheiro do Hall da Fama Randy Couture na luta principal do UFC 109. Em homenagem a essa luta, vamos relembrar os maiores momentos da carreira de Coleman.
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Moti Horenstein – 12 de julho, 1996 – UFC 10
Resultado: Coleman Coleman venceu por submissão (socos)
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Campeão do NCAA National em 1998 e parte da equipe olímpica norte-americana em 1992, Mark Coleman conquistou muito na sua carreira atlética, mas em 1996 o atleta de 31 anos não sabia o que viria depois. Até ligar a televisão em uma determinada noite. “Eu estava definitivamente em uma encruzilhada”, Coleman me contou em 2008. “No wrestling não havia muito dinheiro envolvido, nós fazíamos muito por orgulho pessoal, e eu não tinha nenhuma certeza sobre meu futuro. É por isso que fiquei tão empolgado quando vi o primeiro UFC na TV. Eu fui imediatamente atraído por aquilo e sabia que é isso que eu iria fazer”. Naquela época, um atleta podia simplesmente dizer ‘hey, eu quero fazer aquilo’, e fazer. Era assim que funcionava nos velhos tempos do UFC. E no momento em que sino tocou no UFC 10 e Coleman iniciou sua luta com Moti Horenstein, ficou claro que nós estávamos presenciando algo diferente, especial. Foi rápido e claro – Mark Coleman estava chegando para mudar o rumo da luta.
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Don Frye I – 12 de julho, 1996 – UFC 10
Resultado: Coleman venceu por nocaute
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No UFC 10, bastaram três vitórias em uma noite para sair com o título do torneio e o cheque que veio junto. Coleman não tinha dúvidas de que seria ele o responsável por segurar o cheque gigante. “Na época, em 96, eu e um grupo de lutadores éramos inocentes, mas nós realmente acreditávamos que iríamos chegar lá e vencer essas coisas”, ele riu. “Eu acho que isso acabou sendo uma coisa boa porque confiança o leva longe nesse esporte”.
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E depois de bater Horesntein, ele fez exatamente a mesma coisa com o lutador do UFC Gary Goodridge, preparando o terreno para o confronto com Don Frye, que tinha o recorde de 6-0 e vinha de duas vitórias naquela noite sobre Mark Hall e Brian Johnston. Fãs desse novo esporte na época pagaram sem medo para ver a luta, mas Coleman os compensou ao vencer Frye em 11 minutos e meio. “The Hammer” nascia.
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Dan Severn – 7 de fevereiro, 1997 – UFC 12
Resultado: Coleman venceu por submissão no 1º round
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Apenas dois meses depois da sua vitória no torneio do UFC 10, Coleman derrotou Julian Sanchez e Brian Johnston na mesma noite para vencer o torneio do UFC 11, e depois teve o merecido descanso de cinco meses até encarar Dan “The Beast” Severn na disputa pelo primeiro título da categoria pesado no UFC. Novamente, Coleman foi demais para seu oponente, um futuro membro do Hall da Fama, e venceu por finalização em menos de três minutos. Seis vitórias, seis finalizações, todas em menos de sete meses. Se você pensou que Mark Coleman jamais perderia, você não estava sozinho.
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Masaaki Satake – 30 de janeiro, 2000 – PRIDE Grand Prix 2000 – Opening Round
Resultado: Coleman venceu por submissão no 1º round
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Um dos caras que pensou que Coleman jamais perderia foi ele mesmo. “Infelizmente, comecei a ler muitos comentários e paguei o preço”, ele disse. “O motivo de ter ido tão bem nos UFCs 10, 11 e 12 e no wrestling amador, foi porque eu treinei mais que meus oponentes. Eu não estava acostumado com a exposição e eu acabei preso nela, lendo muito sobre mim, e quando finalmente perdi acabou sendo uma experiência bem humilde”. A derrota veio por Maurice Smith em 1997, uma grande decepção na época, seguida de mais duas derrotas no UFC para Pete Williams e Pedro Rizzo. Muitos consideraram Coleman carta fora do baralho, mas ele estava prestes a ressuscitar sua carreira no PRIDE, no Japão. O seu verdadeiro retorno começou na sua terceira luta, na rodada de abertura do PRIDE Grand Prix 2000, contra Masaaki Satake, que foi derrubado com um double leg, socado, punido e finalizado com uma chave cervical. Foi o antigo Coleman de volta.
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Igor Vovchanchyn – 1º de maio, 2000 – PRIDE Grand Prix 2000 – Finais
Resultado: Coleman venceu por submissão no 2º round (joelhadas)
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Com o esporte MMA maior do que nunca, ainda existem alguns lutadores do passado que ficaram por lá e se tornaram esquecidos. Igor Vovchanchyn, que se aposentou em 2005, um pouco antes da explosão da MMA, é um desses caras. Então, para vocês que nunca ouviram falar dele, deixe-me apenas dizer que o poderoso ucraniano é realmente um lutador duro, que encarava a tudo e a todos durante os seus dez anos de carreira. Logo, ao enfrentar Vovchanchyn nas finais do PRIDE Grand Prix e dominá-lo do início ao fim da luta, Coleman conquistou uma das suas mais importantes e expressivas vitórias na carreira. A vitória restabeleceu Coleman no cenário mundial, e se você por acaso não amou a sua comemoração pós-luta, você está assistindo ao esporte errado.
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Allan Goes – 25 de março, 2001 – PRIDE 13
Resultado: Coleman venceu por nocaute no 1º round
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Dez meses depois da sua vitória no PRIDE Grand Prix, Coleman retornou para encarar Allan Goes, fera no Jiu-Jitsu. Muitos acreditavam que se Coleman levasse a luta para o chão, como de costume, Allan teria a habilidade necessária não apenas para sobreviver, mas para finalizar o “The Hammer”. Isso não aconteceu. Depois que Allan errou uma série de chutes bizarros no começo da luta, Coleman o levou ao chão e depois de disparar alguns golpes contra seu corpo, ele lançou uma série de joelhadas na cabeça de Allan, o nocauteando aos 1:19.
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Stephan Bonnar – 11 de julho, 2009 – UFC 100
Resultado: Coleman venceu em três rounds
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Nos anos seguintes à sua vitória sobre Allan, Coleman lutou erroneamente, tanto em termos de desempenho, quando em atividade, e, depois de uma derrota em 2006 para Fedor Emelianenko, Coleman resolveu se afastar do esporte sem, oficialmente, anunciar sua aposentadoria. Em 2008 ele foi incluído no Hall da Fama e deixou claro que iria retornar. O retorno aconteceu no UFC 93 no início de 2009 e, apesar de ter perdido em uma revanche para Maurício “Shogun” Rua, ele mostrou que ainda havia talento. Mas faltava algo para chegar ao nível do UFC, então ele se mudou para Vegas, onde treinou até o confronto com Stephan Bonnar, pelo UFC 100.
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“Eu sabia há muito tempo que precisava mudar as coisas, mas ainda não tinha tido coragem para fazer. Honestamente, eu primeiro me tornei um pai, depois um lutador, e eu sempre odiei deixar meus filhos. Eu treinei em casa e fiz o melhor com o que eu tinha em casa e, provavelmente, eu sabia que isso não seria o suficiente. Dessa vez, estou fazendo pelas crianças também, e acho que elas vão entender e se orgulhar do caminho que fiz. Tive tantas pessoas dispostas a me ajudar e isso foi fantástico”.
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E isso apareceu na noite da luta, onde ele conquistou uma vitória por decisão depois de três rounds sobre Bonnar, preparando o terreno para o seu confronto com Couture no UFC 109. E apesar de já ter 45 anos, não espere vê-lo se aposentando tão cedo.
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“Eu sou ‘The Hammer’ e estou por aqui há muito tempo. Eu disse em 1996 que eu ficaria por aqui por um bom tempo e ainda estou. Existem muitas pessoas que, provavelmente, gostariam que não estivesse por perto, mas sinto muito. Eu os avisarei quando estiver pronto para parar”.
http://www.brasilcombate.com.br/mark-coleman-os-maiores-sucessos-de-the-hammer
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
“Caras do Jiu-Jitsu me dão a chance de faturar o nocaute da noite”
por Carlos Eduardo Ozório — 19 de janeiro de 2010.
Com boa trocação e habilidades no wrestling, a pedra no sapato de Melvin Guillard é o Jiu-Jitsu. A maioria das derrotas do experiente lutador, que possui mais de 50 lutas no cartel, foi por finalização, como na guilhotina sofrida contra Nate Diaz, no UFC Fight Night 19.
O adversário do americano no dia 6 de fevereiro, no UFC 109 de Las Vegas, é o faixa-preta Ronys Torres. Guillard diz que está preparado para o forte jogo de chão do oponente. O lutador treina agora com o antigo rival Joe Stevenson e conta com o apoio do renomado treinador Greg Jackson para melhorar no quesito.
“Joe está me ensinando muito agora, especialmente a defesa da guilhotina. Isso é a minha maior falha, e o Joe é definitivamente o homem certo para este trabalho”, fala.
Sobre a luta contra Ronys, mais que confiante, Guillard dispara:
“Agora não fico mais preocupado, porque estou treinando com os melhores do mundo. Não importa se é contra lutadores de Jiu-Jitsu ou caras que trocam em pé. A coisa boa sobre caras do Jiu-Jitsu é que eles me dão a chance de conseguir o bônus pelo nocaute da noite. Este é o jeito que entrarei na próxima luta. Serei explosivo e vou descarregar tudo o que tenho sobre esse cara”, declarou ao site do UFC.
UFC 109
Las Vegas, Nevada, EUA
6 de fevereiro de 2010
Mark Coleman x Randy Couture
Mike Swick x Paulo Thiago
Demian Maia x Dan Miller
Nate Marquardt x Chael Sonnen
Matt Serra x Frank Trigg
Lutas preliminares
Justin Buchholz x Mac Danzig
Melvin Guillard x Ronnys Torres
Tim Hague x Chris Tuchscherer
Phil Davis x Brian Stann
Rob Emerson x Phillipe Nover
Rolles Gracie x Mostapha Al Turk