quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Novo Ranking MMA Weekly - Todos os Pesos
#1 Heavyweight Fighter in the World: Fedor Emelianenko
2. Brock Lesnar
3. Frank Mir
4. Antonio Rodrigo Nogueira
5. Randy Couture
6. Junior Dos Santos
7. Brett Rogers
8. Cain Velasquez
9. Andrei Arlovski
10. Shane Carwin
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LIGHT HEAVYWEIGHT DIVISION (205-pound limit)
#1 Light Heavyweight Fighter in the World: Lyoto Machida
2. Rashad Evans
3. Quinton Jackson
4. Anderson Silva
5. Forrest Griffin
6. Mauricio "Shogun" Rua
7. Gegard Mousasi
8. Antonio Rogerio Nogueira
9. Thiago Silva
10. Luis Cane
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MIDDLEWEIGHT DIVISION (185-pound limit)
#1 Middleweight Fighter in the World: Anderson Silva
2. Nathan Marquardt
3. Vitor Belfort
4. Yushin Okami
5. Jorge Santiago
6. Dan Henderson
7. Robbie Lawler
8. Kazuo Misaki
9. Yoshihiro Akiyama
10. Demian Maia
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WELTERWEIGHT DIVISION (170-pound limit)
#1 Welterweight Fighter in the World: Georges St. Pierre
2. Jon Fitch
3. Jake Shields
4. Thiago Alves
5. Josh Koscheck
6. Matt Hughes
7. Paul Daley
8. Martin Kampmann
9. Carlos Condit
10. Mike Swick
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LIGHTWEIGHT DIVISION (160-pound limit)
#1 Lightweight Fighter in the World: B.J. Penn
2. Shinya Aoki
3. Eddie Alvarez
4. Tatsuya Kawajiri
5. Joachim Hansen
6. Kenny Florian
7. Gesias "JZ" Calvancante
8. Josh Thomson
9. Frankie Edgar
10. Diego Sanchez
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FEATHERWEIGHT DIVISION (145 pound-limit)
#1 Featherweight Fighter in the World: Mike Brown
2. Urijah Faber
3. Hatsu Hioki
4. Wagnney Fabiano
5. Jose Aldo
6. "Lion" Takeshi Inoue
7. Raphael Assuncao
8. Leonard Garcia
9. Joe Warren
10. Marlon Sandro
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BANTAMWEIGHT DIVISION (135 pounds or less)
#1 Featherweight Fighter in the World: Brian Bowles
2. Miguel Torres
3. Masakatsu Ueda
4. Takeya Mizugaki
5. Akitoshi Tamura
6. Dominick Cruz
7. Will Ribeiro
8. Damacio Page
9. Joseph Benavidez
10. Manny Tapia
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Pezão fala sobre UFC, Brock Lesnar e muito mais
Por Eduardo Cruz e Melvin Laurindo – Brasil Combate
Brasil Combate: Como está sua situação com a Comissão Atlética da Califórnia (CSAC)? Sua licença já foi renovada?
Pezão: A suspensão acabou no dia 26 de julho. Não fui informado de nenhuma nova penalidade e nem da revogação da minha licença de lutador. Eles teriam que ter feito isso até o dia 26 (de agosto). Então, automaticamente estou liberado e em negociação final com um evento aqui nos Estados Unidos.
Brasil Combate: Como estão os preparativos para sua próxima luta no Sengoku?
Pezão: Estou treinando bastante e muito focado para essa luta. Eu e minha equipe estamos fazendo um trabalho muito bom. Benkei na parte fisica, Katel Kubis na trocação, Libório e Parrupinha no jiu-jítsu. Estou preparado e vou chegar ao Japão para conseguir mais uma vitória.
Brasil Combate: Existe alguma oferta do UFC para contratá-lo?
Pezão: Sim. Meus empresários Alex Davis e Dan Lambert estão conversando sobre essa possibilidade (de lutar no UFC). Tenho essa proposta do UFC mas tenho outra luta ainda no contrato do Sengoku para cumprir. Como o UFC quer exclusividade do atleta eu primeiro tenho que cumprir meu contrato para aí sim estudar e ver qual a proposta melhor terei na mesa.
Brasil Combate: Por volta de que peso você se sente mais confortável para lutar? Em “OFF” você pesa quanto?
Pezão: Peso 276lbs antes da luta, que corresponde a aproximadamente 126kg. Estou muito bem nesse peso, pois há 2 anos atrás, quando cheguei na ATT, pesava 136kg. Hoje, com o Benkei ao meu lado, baixei meu peso aumentei minha explosão física e meu cardio.
Brasil Combate: O que acha de Brock Lesnar como campeão?
Pezão: Não gosto de falar mal de nenhum profissional, mas a realidade é que não gosto dele. Em minha concepção ele é um fanfarrão. Logo, logo ele ficará bem quietinho e de boca fechada sem falar besteiras quando perder para meu padrinho Minotauro.
Brasil Combate: Numa luta entre Lesnar e Fedor Emelianenko, quem acha que venceria?
Pezão: (muitos risos) Fedor, sem sombra de dúvida! O Fedor é um lutador de verdade, completo, enquanto o Brock apenas sabe colocar para baixo e tem muita força. Se ele colocar o russo para baixo, ficará sem o braço.
Brasil Combate: Que estratégia você usaria para vencer Brock Lesnar?
Pezão: A minha estratégia seria chegar muito bem fisicamente, porque lutaria com ele de pé ou no chão tranquilamente.
Brasil Combate: Fora do UFC, quais são os oponentes que você pretende enfrentar?
Pezão: Olha, quero ter a oportunidade de enfrentar os melhores atletas e atualmente no Sengoku temos o Josh Barnett. Seria uma luta muito boa.
Brasil Combate: Como você vê o crescimento do Strikeforce? O que você guarda do tempo em que lutou no EliteXC?
Pezão: Ótimo! Muito bom para os lutadores. Concorrência entre eventos é maravilhoso e valoriza os atletas. Quanto ao EliteXC, eu guardo muitas lembranças de lá. Eu era muito respeitado e bem tratado pela organização do EliteXC e pela rede de televisão ShowTime, além, também, de haver terminado como campeão do evento, sem perder nenhuma luta na organização.
Brasil Combate: O que você achou da performance do Minotauro contra o Couture? Acredita que ele ainda possa ser campeão do Ultimate?
Pezão: Independentemente de resultado, o Minotauro pra mim é sempre fonte de inspiração. Lutou muito bem, mostrou o lutador que realmente é, bastante guerreiro, técnico, e com um coração enorme. Ele tem chance, sim, e em um futuro breve vai ser campeão novamente.
Brasil Combate: Você tem treinado com o King Mo Lawal e com o Bobby Lashley? O que você tem a dizer sobre eles como atletas de MMA?
Pezão: O King Mo, quando veio passar alguns dias aqui na ATT, eu estava machucado e infelizmente não pudemos treinar juntos. Já o Bobby vem à ATT apenas semanas antes de uma luta. O Bobby é esforçado. Ele tem apenas que pegar mais experiência de ring e futuramente será um lutador de referência.
Brasil Combate: Como foi o contato com o Chuck Liddell e com a equipe dele enquanto esteve na ATT? Vimos uma foto sua com sua linda filhinha no site do treinador dele…
Pezão: O Chuck e seu treinador são pessoas ótimas e muito humildes. O Chuck veio passar uns dias na ATT e saiu na porrada com todos, parecendo um garoto de 20 anos treinando. Ali ele mostrou que idade não tem limite para ser um atleta de ponta.
Brasil Combate: Qual tem sido o foco dos seus treinos para o próximo combate e o que tem em mente para o seu oponente?
Pezão: Meu foco é chegar bem fisicamente e aproveitar as oportunidades que a luta vier a me oferecer. Se tiver de lutar apenas em pé, estou muito bem. Se for para o chão, estou na praia.
Brasil Combate: Grandes nomes do MMA participarão do ADCC. Você gostaria de participar dessa competição se fosse convidado?
Pezão: Sim. Além de enfrentar grandes atletas, serve também de experiência para o MMA. Por mim, eu lutaria competições de boxe, jiu-jítsu, submission e westling. Sempre é ótimo e eu só teria a ganhar com isso, mas vivo do MMA e não posso correr o risco de me machucar em outras competições.
Brasil Combate: O Bitetti Combat foi sucesso de público e crítica. Você gostaria de lutar em um grande evento brasileiro?
Pezão: Bitetti está de parabéns. O Brasil precisa de grandes eventos, para que o povo brasileiro que assiste apenas pela televisão e internet veja seu melhores atletas ao vivo. Isso acontece em todos os esportes. Quando um atleta passa a se destacar, a primeira coisa que acontece é sair do Brasil, porque infelizmente a parte financeira no Brasil ainda é fraca. Eu tenho, sim, muita vontade de voltar a lutar no Brasil. Quem sabe no futuro, estarei saindo na mão por lá.
Brasil Combate: Obrigado, Pezão. O espaço é todo seu. Deixe os seus agradecimentos.
Pezão: Obrigado ao Brasil Combate pelo espaço. Gostaria de agradecer, também, aos meus pais pelo apoio que me fez chegar onde estou, à minha equipe American Top Team, à minha esposa e filhas e a todos os fãs que prestigiam e fazem com que o MMA cresça a cada dia.
Polêmica: Quinton “Rampage” Jackson abandona o MMA
Melvin Laurindo – Brasil Combate
O americano Quinton “Rampage” Jackson, ex-campeão dos meio-pesados do UFC e ex-atleta do finado PRIDE FC, confirmou hoje em seu website oficial que está abandonando o mundo das lutas. A razão seria a incompreensão por parte de Dana White, presidente do UFC, da decisão do lutador em dedicar-se à regravação do roteiro original de 1983 do filme “The A-Team”, onde desempenharia o papel de “B. A. Baracus”.
O lutador em sua declaração também mostrou-se irritado com os fãs que o criticaram pela decisão tomada em relação à gravação do filme, e explicou que a opção por atuar deu-se em razão de um resgate de memórias de infância quando o atleta acompanhava a série original com o seu pai, que posteriormente veio a tornar-se dependente de substâncias químicas como álcool e drogas.
De acordo com suas palavras, Rampage agora se dedicará à carreira de ator e não mais se apresentará no UFC ou em qualquer outra organização de MMA.
Segue abaixo a tradução livre da declaração do atleta em seu website oficial:
“O UFC fez muito por mim, mas acho que fiz mais por eles. Eles compraram a WFA para adquirir meu contrato e salvaram minha vida, então eu me senti leal a eles. Colocaram-me em uma luta contra Chuck Liddell mesmo quando eu havia deixado claro que não estava preparado para lutar pelo cinturão, pois os fãs americanos não me conheciam, mas eu aceitei a luta sem reclamar. Depois que eu venci, os fãs me vaiaram pela primeira vez, o que me fez mudar a maneira como eu os via, e isso me magoou profundamente
Depois, eu mal havia saído do octógono e já estavam anunciando minha luta contra Dan Henderson sem ao menos me consultar. Vencendo o Dan Henderson, eu fiz história me tornando o primeiro campeão unificado do MMA, mas nunca me deram o cinturão do PRIDE e nunca fui promovido como campeão unificado. Então depois o Anderson Silva foi.
Em seguida, eles me colocaram para ser o técnico da sétima temporada do TUF e para lutar contra o Forrest (Griffin). A luta foi bastante controversa, e normalmente quando isso acontece há uma revanche imediata. Eu posso citar alguns exemplos. Ao invés disso, me ofereceram a luta contra o Wanderlei Silva e eu aceitei de bom grado, mesmo sabendo que era uma luta de risco devido a todo o drama que estava acontecendo comigo naquele momento.
Eu lutei com o maxilar lesionado e depois de algumas semanas o Dana me ligou e me pediu para lutar contra Rashad. Pela primeira vez, eu disse não. Eu não queria lutar porque a luta estava muito próxima e eu não havia tido um bom tempo de descanso entre os treinos de uma luta e outra. O Dana me pediu para lutar mesmo assim, mas o Rashad recusou a luta e aí eu tive de lutar contra o Jardine fazendo um favor ao UFC ao invés de pegar o meu cinturão de volta (o que não era sequer vantajoso para mim financeiramente).
Então, eu lesionei novamente meu maxilar nas lutas contra o Wanderlei e Jardine. Aí o Frank Mir se machucou e eles queriam colocar minha luta no UFC 100, mas eu não pude porque precisava fazer uma cirurgia no maxilar. Eles deram a luta contra o Rashad para o Machida e me disseram que queriam que eu fosse o técnico do TUF 10 contra o Rashad.
Foi por isso que eu torci tanto para que o Rashad vencesse, mas quando ele foi nocauteado eu pedi ao Dana que me pusesse contra ele (Machida) pelo cinturão. Ele me disse que se eu fosse o técnico do TUF 10 contra o Rashad eu poderia lutar contra o Machida depois, pois essa era uma temporada diferente do TUF. Depois que eu assinei o contrato, o Dana mudou de ideia e me disse que eu teria que lutar contra o Rashad, e ainda me disse o que dizer à imprensa. Então, meus fãs acharam que eu tava com medo de lutar contra o Machida. Mesmo assim, eu não reclamei de nada e fiz tudo que pediram.
Em seguida, essa vaga do filme apareceu. E eu estava tentando conquistá-la há mais de um ano. Tão logo eu fiquei perto de conseguir o papel, liguei para o Dana e pedi para ele adiar a luta de Memphis por um mês mais ou menos. Eu expliquei-lhe o que esse papel significava para mim. Disse-lhe que eu costumava ficar com o meu pai assistindo ao show quando era criança, quando meus pais ainda eram casados, e que essas eram lembranças que eu tinha dele quando ainda vivíamos juntos. Meu pai tornou-se um alcóolatra e viciado em drogas e nós nos separamos.
Depois meu pai se recuperou, fiquei muito orgulhoso. Prometi-lhe que sempre tomaria conta dele e que também o faria orgulhoso de mim. Meu pai e eu ainda somos grandes fãs do show e eu estou basicamente fazendo isso tudo pelas lembranças de infância quando eu passava o tempo na frente da TV com ele. Então, o Dana foi à internet e me detonou. Ainda assim, eu não fiz nada. Nós nos falamos e resolvemos, mesmo assim ele voltou à internet e disse mais besteiras, falando mal do filme quando as informações ainda nem deveriam ser liberadas.
Falou também sobre pagamentos que não eram verdadeiros e que minha carreira de ator poderia ser mais longa que minha carreira de atleta. Eu não sou como Randy Couture. Meu corpo vem sofrendo lesões diversas que me impedirão de lutar depois dos 40 anos, e nem eu quero lutar por tanto tempo. Então, eu senti que minha segunda carreira (de ator) poderia estar em risco, por isso estou parando de lutar. Estive recebendo avaliações negativas por fãs idiotas que não pagam minhas contas ou colocam minhas crianças na escola. Por isso, estou parando.
Eu vou sentir falta dos meus verdadeiros fãs, mas sei que eles me seguirão na minha nova carreira de ator e eu vou encontrar mais deles no meu caminho. Os fãs que não gostam de mim podem beijar o meu rabo negro e peludo. Todos aqueles que não gostaram do que eu falei podem vir aqui tentar me bater.
Eu ainda sinto que o UFC é uma grande organização e sinto que fui bastante leal a eles, mas eles não respeitaram minha lealdade. Ainda assim, eu lhes desejo o melhor. Fiz muito por eles. Desejo que não fique nenhum ressentimento entre nós, mas eu tenho uma família e crianças para sustentar em Memphis e isso é a única coisa que me importa”, finalizou Rampage.
Ainda não há manifestação oficial por parte do UFC nem por parte de Dana White sobre as declarações do atleta. Fique ligado no Portal BRASIL COMBATE e não deixe de acompanhar o desfecho dessa história que ainda vai dar o que falar.
UFC 106: Ortiz compara Coleman com múmia e ironiza Liddell
O veterano e ex-campeão meio-pesado Tito Ortiz (15-6-1) está de volta ao UFC e participou de uma sessão de perguntas&respostas com os membros do UFC Fight Club durante o UFC 103, evento que foi realizado em Dallas, no sábado passado.
O lutador de trinta e quatro anos se diz feliz por ter superado as desavenças com o presidente da organização, Dana White, e não poupou elogios ao patrão a quem se dirige como “homem de palavra”.
“Amo Dana como um irmão e irmãos brigam. No final das contas, olho para isso agora e daremos aos fãs as melhores lutas possíveis. Dana tem sido um homem de palavra e eu e ele conversamos o tempo todo. É impressionante ter alguém atrás de mim onde comecei minha carreira”.
A hipótese de Ortiz ter assinado contrato com o Strikeforce – organização que rivaliza as atenções do mma com o UFC – foi apenas estratégia do atleta para retornar ao Ultimate, como ele mesmo disse:
“Para que todos vocês saibam, eu não estava indo a lugar algum. Não estava indo para o Strikeforce, para nenhum outro lugar. Tudo aquilo foi tática de negociações. Sou esperto. Não tenho empresários me dizendo o que fazer. Tomo minhas próprias decisões, mas tudo é tática”.
O próximo passo do estrategista é conquistar novamente o título da divisão dos meio-pesados do Ultimate, atualmente em posse de Lyoto Machida, carrasco de sua última luta pela organização em maio de 2008.
“Ainda estou na ativa aos trinta e quatro anos. Você olha para o Randy Couture aos 46, Chuck Liddell chegando aos 40. Estou com apenas 34. Tenho muito a aprender, muito a fazer e muito a conquistar. Quero ser campeão de novo”.
Ortiz passou por cirurgia em suas costas no ano passado e se diz completamente recuperado da contusão que o incomodou durante anos. O atleta comparou o alívio das dores ao prazer de dirigir um carro novo.
“Pela primeira vez em seis anos fui capaz de treinar três vezes ao dia em seis semanas” disse confirmando o sucesso da operação. “Consigo levantar de uma vez e todo o meu corpo dói, menos minhas costas”.
“Levantar todos os dias sem problemas nas costas, sem ter que tomar vicodin e não ter que fazer gelo nas costas após o treinamento é o melhor sentimento do mundo. É como caminhar em direção ao um carro novinho em folha que acabou de ser comprado e dirigí-lo com todo mundo prestando atenção. Eu tenho um carro novo!”
O lutador comentou sobre sua luta contra Mark Coleman no UFC 106, dia 21 de novembro, no Mandalay Bay, oportunidade em que pretende esmagar o “The Hammer”.
“Vou esmagá-lo. Determinarei um ritmo como ele nunca enfrentou antes. Eu o assisti contra o Fedor Emelianenko e vi o quanto ele estava amedrontado para trocar com ele. Veremos se ele vai querer trocar comigo. Não tenho medo dele. Para mim ele está mais para múmia do que para martelo” brincou em relação ao apelido de Coleman e sua idade avançada.
Apesar das declarações um tanto ofensivas, Ortiz diz que respeita o ex-campeão peso pesado do UFC e que considera estranho enfrentar um wrestler olímpico que ele acompanhou durante toda a carreira.
“Ele começou cerca de um ano e meio antes de mim e o vejo como um especialista do ground and pound. Meu forte é derrubar os adversários e bater neles, dar aos fãs o que eles querem ver. É isso que faço. Acho que é um ciclo que se completa. Tudo acontece por uma razão no mundo”.
Tito provou o gosto amargo dos socos de Chuck Liddell duas vezes, no UFC 47 e 66. Apesar das surras, Ortiz disse que adoraria enfrentá-lo pela terceira vez e ironizou a participação do Iceman no programa “Dança com as Estrelas”.
“Quando ele acabar com a dancinha, veremos. Eu adoraria. Espero que ele pense que eu sou o mesmo das duas vezes anteriores”.
O UFC 106 apresentará Brock Lesnar vs Shane Carwin no evento principal da noite, válido pelo cinturão dos pesos pesados. A expectativa da organização é que esse espetáculo quebre o recorde de vendas de pay-per-view.