sábado, 1 de agosto de 2009

Vitor Belfort enfrenta Rich Fanklin no UFC 103

Equipe PVT

Dana White reuniu a imprensa nesta sexta-feira, nos EUA, e anunciou o retorno de Vitor Belfort ao octagon. O “Fenômeno”, que já foi campeão dos meio-pesados da organização, volta ao show no dia 19 de setembro. Ele fará a luta principal do UFC 103 contra Rich Franklin, em Dallas (EUA).

Outro ex-campeão que volta ao evento é Tito Ortiz. O americano fez as pazes com Dana White e deve lutar em novembro ou dezembro, provavelmente contra Mark Coleman.

“Tito ainda é um cara que as pessoas gostam de ver lutar”, disse White, “Ele está pronto para lutar até 93kg. Muitas pessoas o amam, e muitas pessoas amam odiá-lo. Ele está de volta. Nós resolvemos todas nossas diferenças. Tito Ortiz vai se aposentar no UFC”.

Dana White revelou ainda que Dan Henderson deve ser o próximo desafiante de Anderson Silva pelo cinturão dos médios. Explicou também que o vencedor da luta entre Demian Maia e Nate Marquardt também estará na briga.

Belfort e Ortiz de volta ao UFC

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Redação Brasil Combate

Dana White confirmou ontem durante conferência de imprensa que Vitor Belfort substituirá Dan Henderson contra Rick Franklin no UFC 103, no American Airlines Center em Dalas, dia 19 de setembro. Henderson é o próximo desafiante ao cinturão da categoria dos médios atualmente em mãos de Anderson Silva.

Também foi anunciado o retorno de Tito Ortiz à organização. Tito provavelmente enfrentará Mark Coleman no final do ano em combate que certamente venderá muitos pay-per-views por se tratar de um confronto entre dois nomes bastantes conhecidos do público americano.

Dana White disse que está pronto para negociar a contratação de Fedor Emelianenko a qualquer momento. O único ponto inaceitável para o gerente do UFC é a co-promoção que envolveria a M-1 Global, organização que se demonstrou inflexível durante a semana e tem sido o maior empecilho para a conclusão da negociação mais aguardada da história do MMA.

Vítor Belfort de volta ao UFC

Por Eduardo Ferreira

Foto Cortesia Affliction

Depois de quatro anos, Vítor Belfort está de volta ao UFC. Na conferência de imprensa realizada nesta sexta-feira nos Estados Unidos, o presidente do UFC, Dana White, confirmou a volta de Vitinho, que lutará na edição 103, que acontece no dia 19 de setembro, em Dallas. O adversário do brasileiro será Rich Franklin, ex-campeão dos médios, que vem de vitória sobre Wanderlei Silva na edição 99. A volta ao UFC marca também o retorno do faixa-preta de Carlson Gracie a categoria até 93kg, onde não luta desde 1996, quando foi derrotado por Dan Henderson no Pride 32. Belfort lutou no UFC 11 vezes, onde conquistou sete vitórias, conquistou o cinturão dos meio-pesados ao bater Randy Couture no UFC 46, e recebeu o apelido de “The Phenom” (o fenômeno). A última luta de Vitor no UFC foi na edição 51, quando acabou derrotado por Tito Ortiz. Por falar em Tito Ortiz, Dana White também anunciou a volta do americano, mas ainda não anunciou quando o ex-campeão irá lutar.

Entrevista com Alessio Sakara

Se Thales Leites promete ação contra Alessio Sakara, o italiano não espera nada diferente do combate, programado para o UFC 101, no dia 8 de agosto. Em entrevista à TATAME, Sakara falou sobre a expectativa para o desafio, indo em busca da sua quinta vitória no UFC. “Estou treinando mais que do que nunca, porque ele é um top cinco da categoria e preciso mostrar o máximo de mim”, disse o lutador, que morou no Brasil durante cinco anos e já treinou na academia de Thales, a Nova União. No bate-papo, que você confere abaixo, Sakara relembrou quando chegou ao Brasil, a luta entre Thales e Anderson e muito mais.

Como estão os treinos para enfrentar o Thales Leites no UFC 101?

Estou treinando mais que do que nunca, porque ele é um top cinco da categoria e preciso mostrar o máximo de mim.

Você ia enfrentar o Rousimar Toquinho, mas ele se machucou. O que você achou da mudança e qual a maior diferença entre os atletas?

Quando um lutador se machuca é um grande problema. Espero que ele volte o mais cedo possível, desejo tudo de bom na recuperação do Toquinho. A mudança de lutador é mais ou menos a mesma, os dois são muito bons no chão. Eles têm um estilo diferente, mas a estratégia vai ser a mesma que era para o Toquinho.

Você já veio ao Brasil e treinou na Nova União, academia do Thales. O que você se lembra dos treinos daqui?

Primeiro, quero falar que eu não queria lutar com ele por respeito à Nova União, que sempre abriu as portas para mim, e agradeço aos mestres que sempre me respeitaram e me deixaram treinar com eles, mas o UFC é trabalho e são eles que nos escolhem, somente temos que lutar. O treino da Nova União todo mundo sabe que é bom demais. Acho que vamos dar um bom show para os fãs.

Onde mais você treinou aqui?

Treinei muito com o Paulo Caruso, Luiz Alves, os irmãos Nogueira, Pedro Rizzo e o meu mestre de Jiu-Jitsu no Rio, Ricardo De La Riva.

O que você mais gostou do Brasil?

Tudo! As pessoas, o povo, os treinamentos. Se hoje estou no UFC é por causa dos brasileiros. Vou agradecer sempre, pelo resto da minha vida, ao povo, os treinadores e à mentalidade brasileira dos lutadores.

Você já lutou em eventos brasileiros. Como surgiu a oportunidade?

Vendi minha moto na Itália e comprei a passagem de avião para morar no Brasil. A sorte é que foi no ano em que cheguei que o Wallid estava abrindo um novo time, o Brazil Dojo, e por isso que comecei a lutar no Brasil.

Como você aprendeu a falar português?

Aprendi vivendo cinco anos no Rio.

O Thales vem de uma disputa de cinturão. Como você acha que uma vitória sobre ele seria bom para a sua carreira?

Sei que essa luta pode mudar a minha vida, mas não quero pensar muito nisso. Às vezes nós, lutadores, sofremos muita pressão e não conseguimos lutar bem. Sábado, dia 8, vou fazer o meu trabalho sem pensar no futuro, mas somente no presente.

Você assistiu a luta entre o Thales e o Anderson? O que você achou?

Sim, assisti. O Thales tem o jogo oposto do Anderson. Às vezes, quando tem dois campeões de estilos diferentes, eles acabam se respeitando muito para não perder a luta. E muitas vezes os fãs não entendem isso. Dois campeões de estilos diferentes podem fazer uma luta boa, mas também tem a possibilidade da luta ficar lenta.

Se quiser mandar algum recado, fique à vontade.

Obrigado, obrigado e outra vez obrigado a todos os brasileiros que sempre me respeitaram. Espero que, no dia 8, a gente dê um grande show para todo mundo. Agradeço de coração ao meu mestre Cona Silveira, Ricardo Libório, meu amigo de treino Wilson (Gouveia), Jorge Santiago, Thiago Silva e todos da American Top Team, pela força que estão me dando.

Wagnney e o duelo contra a “nova geração”

Por Guilherme Cruz

Foto Josh Hedges

Com os rumores sobre uma possível luta contra Erik Kock no WEC 43, que acontece em setembro, nos Estados Unidos, a TATAME entrou em contato com Wagnney Fabiano, que confirmou o combate. “Está tudo assinado, tudo certinho”, revelou o atleta, que não conhece muito do seu adversário, que fará sua estreia no WEC após vencer as sete lutas anteriores. Para falar a verdade, Wagnney não conhece nada do oponente.

“Vi umas lutinhas dele, parece que também é lutador de Jiu-Jitsu, mas não conheço nada dele”, comentou o experiente lutador da Nova União, que venceu as últimas oito lutas. Diante de um adversário “novato”, Wagnney garante que não pensa que será moleza. “Ele é novinho, vai estar com gás... Estou levando a sério também, porque a gente vê que os novinhos são duros... Eu vejo o Dudu (Dantas), que, se marcar, é um dos melhores da categoria e tem só 19 anos... Não podemos subestimá-los nunca, estou treinando sério”, afirmou o campeão da extinta IFL.

Com um jogo de chão incontestável, Wagnney diz que o fato de enfrentar um cara do Jiu-Jitsu não significa que a luta irá para o chão. “O pessoal estava achando que a luta entre mim e o Frédson (Paixão) ia para o chão, mas foi toda no alto”, disse, relembrando seu último desafio no WEC, contra o bicampeão mundial de Jiu-Jitsu. “Temos que sentir a luta para ver como vai ser”, decretou, comentando a recuperação da mão, que acabou fraturada no combate contra o compatriota. “Eu operei, e a recuperação da mão foi legal. Ainda sinto algumas coisas, mas não está me impedindo de fazer nada. Agora está 98%, mas até lá vai estar melhor”, finalizou o casca-grossa.

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